segunda-feira, 26 de maio de 2008
4x06_Aqui não tem lugar pra aspira
Congratz, bela perfomance, sem dúvidas. O que me intriga mesmo é, já que eles devem ter levado um bom tempo "ensaiando" todo essa coreografia - acredite, levaram - , por que os caras não investiram esse tempo em algo, sei lá... mais bélico?
Conversei sobre isso com um amigo no msn, e ele me fez lembrar que não é só de guerra que se faz uma, er digamos, guerra. Um país também tem a sua alta patente militar, temida e respeitada. Esta precisa refletir essa imagem para a população, e para o mundo. Dependendo dos casos, isso pode representar tanto um símbolo de regime ditatorial, ou simplesmente uma figura de segurança para o povo dessa nação (e o contrário para as inimigas, como nesse caso, hehe)
Enfim, é tudo marketing. Mas isso não significa necessariamente que é supérfluo, por favor.
Até porque se eu imaginasse isso, nem precisaria mais mexer no photoshop, seria perda de tempo =D
segunda-feira, 19 de maio de 2008
4x05_A sua morte de bolso!
Bom, os tempos mudam e cá estou num post sobre Death Note!

A história gira em torno do estudante japonês Light Yagami após encontrar o death note, um caderno especial usado por shinigamis (“Deuses da morte” da cultura japonesa) para assassinar seres humanos, apenas escrevendo seus nomes nele. O maior atrativo desta trama não é, porém, o simples ato de “matar pessoas e se arrepender no final, porque isso era feio e papai do céu não gosta”. Vai bem além disso.
Agora, os dados técnicos(bem, eu tentei, né?):
Ilustrador: Takeshi Obata
Mangá publicado originalmente na revista Weekly Shonen Jump, com 108 capítulos encadernados em 12 volumes.
Nº de epis do anime: 37
Também possui 2 filmes live actions: Dead or Alive e The Last Name, esse segundo sendo uma continuação. E um spin-off: L changes the world
Espero que gostem do anime/mangá e dêem uma chance à versão brasileira. ;)
sábado, 17 de maio de 2008
4x04_É sobre vestibular
Este é um fragmento de uma matéria da super de 88, homericamente velha para os nossos dias de internet, mas que apresenta um contexto não muito diferente do enfrentado por muitos brasileiros ainda nos dias de hoje:
"Prova de fogo
Como e quando surgiu o vestibular; as ansiedades e neuroses dos vestibulandos.
Toda virada de ano é tempo de guerra para muitas centenas de milhares de jovens brasileiros. O alvo é um lugar na faculdade, e o campo de batalha, o temido vestibular motivo de mudança de hábitos, de tensão e angústia que as pressões familiares apenas conseguem agravar.
Por Maria Inês Zanchetta
Dezembro e janeiro são meses de vestibular. Este ano, algo como 1,9 milhão de jovens estão na briga pelas cerca de 440 mil vagas existentes nas faculdades brasileiras. O exame vestibular é a culminação de meses de esforço, angústia e rotinas alteradas um processo massacrante, desgastante, sofrido, na opinião quase unânime de educadores, psicólogos e estudantes. Mas como selecionar entre tantos candidatos os mais bem preparados, se as vagas são necessariamente menores?
A relação este ano é de aproximadamente quatro candidatos para cada vaga. Há um decênio a proporção era menor. Em 1976, por exemplo, apenas 2,47 candidatos disputavam uma vaga. Quatro por um é a média nacional. Nos cursos mais concorridos, como Medicina, os números são mais ásperos. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro a proporção é de 21 candidatos para cada vaga, e na Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Campinas nada menos que oitenta jovens competem por uma única vaga.
Supõe-se que os vencedores dessa guerra sejam os melhores, mas nem sempre é assim. Vera Guimarães, psicóloga do Curso Objetivo de São Paulo, observa: Existem alunos preparados que não entram na primeira vez, às vezes nem na segunda, ou porque tiveram um ”branco” na hora ou porque no fundo estão indecisos sobre a carreira a seguir. É sabido que a influência que a família busca exercer nessa escolha mexe bastante com as emoções dos jovens não raro de forma negativa.
O caso de Judite Jeng, 20 anos, é um bom exemplo: Meus pais queriam que eu fizesse Medicina e não admitiam de jeito nenhum que eu estudasse Jornalismo, como pretendia, ela relata. Então, no terceiro colegial, optei por Computação, porque não era nem Medicina nem Jornalismo. Apesar de me considerar bem preparada, não consegui entrar. Enquanto isso, minha irmã mais nova passou direto do colegial para a faculdade de Medicina, e minha situação ficou muito incômoda.
Judite conta que o período em que ficou esperando pelos resultados foi o de maior agonia. Eu nem dormia mais à espera de novas listas. Pensava em como encarar a família; parecia que eu era a pessoa mais burra do mundo, diz ela. Reprovada, resolveu fazer o que queria de fato: Jornalismo. Passou um ano fazendo cursinho, mas nem assim entrou na Universidade de São Paulo. Doeu muito, lembra Judite, agora aluna de uma faculdade particular. [...]"
Veja o texto na integra aqui.
Minhas considerações:
Sobre o vestibular: Infelizmente, esse será o sistema de seleção o qual todos que querem ter um curso superior terão que se submeter, enquanto não inventarem outro mais abrangente e barato. Por isso, recomendo a você, interessado em prestar alguns desses exames, que se informe mesmo sobre o procedimento não apenas na hora da prova, mas também antes dela. E, acima de tudo, mantenha-se calmo, do momento em que leste esse texto até o dia da prova.
Tendo dito isso, fica claro que a finalidade aqui é se precaver tranquilamente, e não amedrontar-se com os depoimentos e dados estatísticos, pelamordedeus.
Sobre a informação da revista em si: Confirmando o que eu disse no início do post, até mesmo na era da informação, dependendo da situação, um texto das antigas como esse pode servir de fonte. Nesse caso valeu porque as situações descritas batem muito com o contexto dos dias de hoje. Experimente ver outros textos atuais disso que irá saber do que estou falando.
Posteriormente irei postar aqui outro texto da super, pra esclarecer (quem sabe) outra questão, o valor dos textos veiculados, principalmente os sensacionalistas.
Até mais!
quinta-feira, 27 de março de 2008
2x05_Depois não digam que eu não avisei...
Há mais ou menos um mês eu postei aqui no blog uma matéria sobre a dominação mundial que o Google está a instituir. Bom, a notícia que correu há poucos dias acaba do ratificar minhas afirmações: o lançamento de um celular com software do Google!
O que eram apenas boatos em 2007 foi confirmado por jornais e imprensa em geral no dia 20. A parceria entre Google e mais 34 empresas, entre elas a Sansung, HTC, LG e Motorola, permitirá que o celular, o qual virá com a marca da HTC (?), acesse o Google Search, GMaps, GMail, Orkut, entre outros. O celular se chamará "Dream", virá com o já mencionado software, denominado "Android", terá tela sensível ao toque, semelhante ao IPhone da Apple, no entanto com um teclado completo, e chegará às lojas neste fim de ano.Observem o Google dando mais um passo à Dominação Mundial, seus tentáculos já começam a abraçar outros meios de comunicação, agora ele quer saber até o timbre da sua voz! E, gravem minhas palavras, não tarda o dia em que o Google virará uma emissora de TV.
Outra notícia que ajudará o processo de dominação, e que muitos podem encarar como boa notícia, é que a empresa "Sun Microsystems" está desenvolvendo, com a ajuda monetária do pentágono, um tipo de substituição dos cabos de conexão dos chips (os velhos cabos IDE) por conexões à laser, culminando em computadores mais rápidos e eficientes.
E como isso ajudará o Google? Isso aumentará a velocidade do mecanismo, qualquer que ele seja, na hora D (de Dominação), e usando as palavras de outro, temam quando o Google mudar o seu nome para SkyNet¹!!
Matta ne!
1- Software usado pelas máquinas no filme "O Exterminador do Futuro"
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
1x06_Freando a D.M.?

Okaeri pessoal!
Cá estou eu novamente e penso que seja do conhecimento de todos a existência da empresa Google. O que muitos não sabem ou ignoram é que na verdade o Google nada mais é do que um projeto de D.M. empreendida por Larry Page e Sergey Brin, criadores do Google.
Não concorda? Acha que estou louco? Pense comigo: Primeiro eles criam o Google Search, eles querem saber o que você procura na Internet. Depois eles criam o Google News, agora eles ditam o que você sabe. Mais tarde compraram o Orkut, agora eles sabem quem são seus amigos, doque você gosta e até o seu nome. Logo após criam o Google Earth, agora eles sabem onde você mora e pra onde vai. E ainda existem o Gmail (eles sabem o que e com quem você fala na Internet), o Youtube (eles vêem o que você vê), o Gtalk (eles ouvem você!), etc.
No entanto recentemente a microsoft comprou o grupo Yahoo!, que aliado ao monopólio da microsoft sobre os PCs, poderia por em risco a hegemonia internética do Google, levando até mesmo o vice-presidente da Google afazer declarações “ofensivas a Microsoft.
Seria a Microsoft uma entidade benéfica lutando contra o mal, ou apenas jogos de poder?

sábado, 2 de fevereiro de 2008
1x03_The One With The Big Salad Of The Rings
Tomara que alguém entenda esse título, nem que seja daqui a muuuitos anos... (não quero me fazer de doido)
Pois bem, aqui vou eu falar das sitcoms!
Pra começar, sitcom é uma abreviação de situation comedy, uma expressão referente as séries de comédia que possuem (ou parecem possuir) uma platéia por trás das câmeras, cujo maior clichê são as risadas de fundo após uma cena ou fala engraçada, ou que deveria ter sido engraçada pelo menos.
São aquelas séries que você acaba achando graça de um jeito ou de outro, pois mesmo não entendo ou achando a piada sem graça, o "saco de risadas" te induz a fazê-lo, como por impulso.
Em geral eu as acho até boas, assisto sem compromisso, só pra rir de nada mesmo. Claro que existem algumas clássicas, realmente engraçadas, uma pena que parte das piadas são de humor interno americano...
Se você ainda não se tocou do que eu estou falando, vou lhe dar alguns exemplos:
Friends
My Wife and Kids (Eu, a patroa e as crianças)
The Fresh Prince of Bel-air (Um maluco no pedaço)
Kenan & Kel
Seinfeld
Everybody Hates Chris (Todo mundo odeia o Chris, acho que é assim que a record traduziu)
Existem muitas outras claro, (E esqueci de todas elas, claro) esses são só alguns exemplos de sitcoms populares no Brasil. (Ok, botei Seinfeld como famosa só porque eu adoro mesmo, hehe)
Atualmente, entre as séries de outras temáticas e reality shows, o número de seriados desse gênero tem diminuído, mas existem algumas mais novas em que eu aposto firmemente, tais como Carpoolers, The Big Bang Theory e The I.T. Crowd (Pensei
E é isso, só estou dizendo o que passa pela minha cabeça, o que eu penso que seja a realidade, mas podem me corrigir de algo que eu esqueci ou omiti ou errei ou... whatever.
